Odisséia - Diário de uma nova vida
Aventuras de uma família brasileira na Holanda...
07/12/04
 
Às vezes ocorrem problemas na rede de trens de passageiros (como atrasos e cancelamentos de trens). Junte a isso a hora do rush, e, pronto, o trem fica superlotado. Ontem literalmente embarquei nessa: 30 min. em pé, comprimido, até Utrecht.
Algumas percepções (óbvias ou não):
-> A gente se sente igual a sardinha em lata em qualquer lugar do mundo, seja no metrô de Tóquio, seja no ônibus da linha T1 em Porto Alegre.
-> Fiquei rodeado por homens e mulheres quase uma cabeça mais altos que eu; com meus 1,70 m e alguns cm pingados (estatura mediana no Brasil) me senti um baixinho.
-> Os cobradores não passam pra controlar as passagens (por ser fisicamente impossível qualquer deslocamento), dando sossego aos caronas clandestinos.


Vem aí o novo filme do Batman, em meados de 2005: Batman Begins. Sou fã incondicional do homem morcego, meu super herói preferido desde pequeno. Ele tem algo de errante e conflitante, mas também implacável e, principalmente, cool. Mas o que é cool? Uma sessão de blues e o som do Ed Motta ou do Dire Straits, assim como Al Pacino como mafioso e Marlon Brando como qualquer coisa. Gosto muito deste estilo (seria uma filosofia de vida?), apesar de não me julgar assim.

Isto me lembra de outra qualidade que me agrada nas pessoas: a honra, que traz de arrasto retidão, fidelidade, franqueza, pureza. Um samurai (gostei do filme "O Último Samurai"!), um índio (seja norte-americano ou brasileiro) ou o homem simples do campo como o gaúcho tradicional são belos exemplos. Situações extremas como a guerra também trazem estas características à tona, e até La Cosa Nostra se enquadra nisso, mas isso já é "pano pra outra manga".

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